sábado, 2 de março de 2019

Doença pode matar em poucas horas.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Vírus e Bactérias (Painel do Coronel Paim)

terça-feira, 11 de julho de 2017

Ser humano tem incrível capacidade de derrotar vírus e bactérias

Alimentação é um dos segredos da longevidade de dona Rita Parise.
Aos 81 anos, ela trabalha mais de dez horas por dia e nunca ficou doente.

Começar o dia feliz da vida é acordar para um desafio para lá de estimulante: chegou a hora de enfrentar e vencer os inimigos invisíveis, os vírus e as bactérias. Eles estão em toda parte. Os perigos para nossa saúde existem até mesmo no ar das grandes cidades.
Para nossa surpresa, acabamos descobrindo o maior de todos os nossos talentos. Acreditem: a nossa capacidade de suportar e derrotar as ameaças externas vai muito além do que imaginamos. Sim, é possível ficar ainda mais forte todo dia. Dentro do nosso organismo existe um admirável mecanismo de proteção que nós podemos aperfeiçoar ao longo da vida.
Coração, pulmões, o baço, o estômago, os rins, o cérebro, o timo. Todas as glândulas e todos os nossos órgãos têm uma função específica, mas estão organizados para trabalhar em conjunto, um completa o outro. Nosso organismo lembra mesmo uma orquestra.
"Todo mundo tem que interagir. Porque se essa sinfonia sai do tom, a gente tem as doenças", diz Rosa Leonôra.
Doenças que a dona Rita conseguiu evitar a vida inteira. Vamos descobrir o segredo dela?
“Fazer o que a gente gosta e até, às vezes, fazendo força para que isso aconteça. Eu acho que o canto é vida, é saúde”, afirma a comerciante Rita Parise, de 81 anos.
Oitenta e um anos muito bem vividos. Viúva, 11 netos, dois bisnetos, cinco filhos. Dona Rita mora com um deles, mas todo serviço de casa ela faz sozinha. Cozinha, dirige, vai às compras e ainda trabalha fora. “Eu nunca baixei hospital na minha vida”, diz.
Dona Rita mora na cidade de Veranópolis, na Serra Gaúcha. A cidade tem 22 mil habitantes, ar puro e grande número de pessoas acima de 70 anos, muito bem dispostas.
“E sou de uma família de origem italiana. A gente tinha que trabalhar no pesado mesmo. Disciplina, se usava muito esse termo. Então, desde pequeno, a gente tinha que trabalhar”, lembra.
E ela levou adiante a disciplina que aprendeu quando era criança sem nunca desanimar. Nem quando ficou viúva, há quase quatro anos.
Ela não sente dor, não tem cansaço, nem remédio costuma tomar.  Aos poucos dona Rita vai revelando o segredo para ficar tão forte. Firmeza, equilíbrio, domina o corpo.
Dona Rita está de segunda a sábado na loja da família. “Eu trabalho com comércio há 61 anos”, conta.
“Ela é uma senhora que tem uma saúde invejável. Ela realmente não tem nenhum fator de risco, tipo pressão alta, diabetes nem colesterol alto”, diz a geriatra Berenice Maria Werle.
A geriatra acompanha a dona Rita há 20 anos e confirma: são vários fatores que fortalecem a saúde dela.
“Do alto dos seus 81 anos, ela tem vários papéis que ela exerce tanto na família quanto na comunidade ao redor dela. Então esta função de ter objetivos ainda, de ter planos” explica a geriatra.
Dona Rita hoje é a coordenadora do coral da igreja, além de trabalhar na loja e em casa.

“Eu tinha tendência para engordar", lembra. Mas quando ia ter o primeiro filho, ela seguiu à risca o conselho da parteira, que vivia dizendo: ‘Tu só come o necessário, faz um prato colorido, com tudo o que tem na mesa, só não repete. Sai da mesa com fome.’
No prato da dona Rita, saladas e um pedacinho de carne. “Massa quase não como. Arroz muito pouco. E há muitos anos que eu vivo assim. Pão também reduzido”, conta.
O almoço em família repete a doce rotina da vida saudável, compartilhada.


Postado por: Giovana M. de Araújo

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Derretimento de solo congelado expõe ameaça de vírus e bactérias


Casos recentes de antraz na Rússia revelam o perigo sanitário do degelo.
Camada do solo que descongelou contém vírus de milênios.

Da AFP
As mudanças climáticas farão ressurgir a varíola? Casos recentes de antraz no extremo norte da Rússia revelam o perigo sanitário do degelo do permafrost, a camada de solo permanentemente congelada que contém vírus nocivos, alguns há milênios.
Os efeitos do descongelamento do permafrost para os modos de vida e os ecossistemas não são um mistério para os cientistas.
Os habitantes da península de Yamal, 2.500 km ao nordeste de Moscou, sofreram na pele: uma criança morreu e outras 23 pessoas contraíram antraz em julho passado. Fazia 75 anos que a infecção tinha desaparecido da região.
Bolhas de metano lançadas do permafrost ficaram congeladas quando tentavam alcançar a superfície do Lago Vermillion, no Parque Nacional Banff, no Canadá (Foto: Paul Zizka/Caters News)Bolhas de metano lançadas do permafrost ficaram congeladas quando tentavam alcançar a superfície do Lago Vermillion, no Parque Nacional Banff, no Canadá (Foto: Paul Zizka/Caters News)
Os cientistas consideram que o ressurgimento se deve provavelmente ao descongelamento de um cadáver de rena morta por antraz há décadas. Uma vez liberada, a bactéria mortal (um bacilo) infectou várias manadas de renas.
A preocupação agora é que este não tenha sido um incidente anormal e que outras doenças - algumas datando da Idade do Gelo - poderiam ser desencadeadas conforme o aquecimento global derrete partes geladas do norte da Rússia.
"O mais provável é que a fonte da epidemia tenha sido o descongelamento de locais de sepultamento de animais que morreram de antraz 70 anos atrás", disse Boris Kershengoltz, chefe de pesquisa do Instituto Russo de Problemas Biológicos da Zona do Permafrost.
"O processo pode se repetir? Claro que sim", advertiu Kerchengoltz em uma coletiva de imprensa recente.
A temperatura na Rússia aumenta em média 2,5 vezes mais rápido que no resto do mundo, e no Ártico a mudança é ainda mais veloz.
Vírus gigantes em mamutes
Em Yamal, península povoada principalmente por pecuaristas nômades e situada entre o mar de Kara e o golfo de Ob, no oceano Ártico, as temperaturas de julho foram oito graus mais altas do que o normal para esse mês, atingindo 35 graus Celsius.
"Estamos falando de um lugar acima do Círculo Polar Ártico", afirma Serguei Semenov, diretor do Instituto do Clima Global da Rússia. "É uma anomalia sem precedentes", acrescenta.
O antraz é uma doença infecciosa aguda transmitida por esporos da bactéria Bacillusanthracis, que existem naturalmente no solo e podem ser ingeridos por animais e passados para os seres humanos. Se não for tratada, a doença pode ser fatal.
Além do antraz, há uma série de outros perigos à espreita em covas rasas do Ártico, que podem ser liberados do gelo séculos depois, disse Viktor Maléyev, diretor adjunto do Instituto de Pesquisa Central de Epidemiologia da Rússia.
"Há restos de varíola" no extremo norte que remontam ao final do século XIX, e os pesquisadores descobriram "vírus gigantes" em cadáveres de mamutes, que estão sendo estudados, explicou Maléyev.
"Acredito que as mudanças climáticas vão trazer muitas surpresas", advertiu. "Não quero assustar ninguém, mas devemos estar preparados".
Segundo o especialista, a propagação recente dos casos de antraz poderia ter sido evitada se as renas tivessem sido vacinadas massivamente.
'Sinal de alarme'Dimitri Kobylkin, governador da região Yamalo-Nenetski, onde neste verão morreram mais de 2.000 renas, afirma que estes animais deixaram de ser vacinados há cerca de dez anos, talvez porque se acreditasse que o antraz tinha desaparecido havia muito tempo. "Um erro grave", reconheceu.
Segundo ele, a zona afetada mede 12.650 km2. O processo de desinfecção vai continuar até que as análises do solo deixem de dar positivo para antraz, afirmou o governador.
Mais de 1.500 pessoas foram vacinadas, e mais de 700 que correm risco estão recebendo tratamento com antibióticos, segundo as autoridades locais. Cerca de 270 tropas estão se encarregando de incinerar os restos dos animais infectados, disse Kobylkin.
Trata-se de uma mobilização sem precedentes na Rússia, "tanto em termos de escala quanto de complexidade", explicou o governador. "Nunca tínhamos previsto uma ameaça bacteriológica como esta", reconheceu.
Os cientistas lamentam que, em vez de investir em pesquisas sobre as mudanças climáticas, as autoridades façam cortes no orçamento para a ciência e só gastem para resolver situações de emergência.
Valéri Malinin, oceanógrafo do Instituto Hidrometeorológico da Rússia, lembra que em 2010 o governo lançou um programa de pesquisa sobre o clima devido à nuvem de fumaça que envolveu Moscou após incêndios de turfa, mas depois a iniciativa foi "efetivamente enterrada".
"Quando há fenômenos destrutivos, nós pensamos que seria bom se os tivéssemos prevenido, mas assim que os ímpetos se apagam, tudo é esquecido", disse Malinin. "Yamal é apenas um sinal de alarme. A natureza vai continuar nos desafiando", completou.

Postado por carlos PAIM

quarta-feira, 11 de maio de 2016


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Postado por: Ygor I. Mendes


sábado, 7 de maio de 2016

Número de mortes confirmadas por H1N1 sobe para 18 em Goiás


http://www.tvportaldopantanal.com.br/?t=n&nid=11973


Postado por: Ygor I. Mendes

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Brasil registra 1.571 casos de H1N1, com 290 mortes
 
Até 23 de abril, foram registrados 1.880 casos de influenza de todos os tipos no Brasil este ano, de acordo com o Ministério da Saúde. Deste total, 1.571 foram ocasionados pelo subtipo H1N1, que provocou 290 mortes.

Com 1.106 registros de infectados, a Região Sudeste concentra o maior número de pessoas com H1N1, sendo 988 apenas em São Paulo. O estado também registrou o maior número de mortes pelo vírus, 149.

O ministério também informou, nesta terça-feira (3) que, faltando mais de duas semanas para o fim da campanha de vacinação contra a gripe, quase 43% do público-alvo foi imunizado. A meta do governo é vacinar, até o dia 20 de maio, pelo menos 80% das 49,8 milhões de pessoas com maior risco por complicações decorrentes da influenza.

Ao todo, 21,3 milhões de pessoas receberam a vacina até agora. O grupo prioritário que mais procurou os postos foi o de profissionais de saúde, seguido pelo de crianças entre seis meses e cinco anos incompletos. Gestantes, indígenas, pessoas com doenças crônicas e as privadas de liberdade também fazem parte do público-alvo do Ministério da Saúde.

A escolha dos grupos segue recomendação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e também é respaldada por estudos epidemiológicos. Têm prioridade os grupos mais suscetíveis ao agravamento de doenças respiratórias.

Oficialmente, a campanha nacional começou no último sábado (30), porém, o Ministério da Saúde adiantou o envio das doses a 22 estados que optaram por antecipar a vacinação devido ao aumento do número de caso de gripe pelo vírus influenza A H1N1. A vacina distribuída na rede pública, além de proteger contra o H1N1, imuniza contra os vírus influenza A H3N2 e influenza B.

Segundo o Ministério da Saúde, até a próxima sexta-feira (6), mais de 49 milhões de doses da vacina já terão sido enviadas às secretarias estaduais de saúde, o que corresponde a 93% do total de doses adquiridas para a campanha (54 milhões). A previsão é que até o dia 13 de maio, todas as doses sejam entregues.

Balanço

Três estados e o Distrito Federal alcançaram as maiores coberturas vacinais até o momento: Amapá (78,11%), Distrito Federal (64,7%), Goiás (63,5%) e São Paulo (61,6%). Na análise por região, o Sul apresentou, até agora, o melhor desempenho em relação à cobertura vacinal contra a influenza, com 55,7%, seguida pelas regiões Sudeste (48,05%); Centro-Oeste (48%); Norte (34,9%) e Nordeste (31,65%).

Para receber a dose, é importante levar o cartão de vacinação e o documento de identificação. As pessoas com doenças crônicas, ou com outras condições clínicas especiais, também precisam apresentar prescrição médica, especificando o motivo da indicação da vacina. Pacientes cadastrados em programas de controle das doenças crônicas do Sistema Único de Saúde deverão se dirigir aos postos em que estão registrados para receber a dose, sem necessidade de prescrição médica.

JornalFloripa

Postado por: Ygor Mendes Iavdosciac