| SAÚDE > PAÍS TENTA FREAR O AVANÇO DA KPC, QUE É RESISTENTE A DIVERSOS ANTIBIÓTICOS |
sábado, 23 de outubro de 2010
A bactéria que preocupa o Brasil
sexta-feira, 22 de outubro de 2010
Anvisa discute medidas contra superbactéria KPC
Especialistas vão debater os recentes casos de infecção provocados pela Klebsiella pneumoniae carbapenemase
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) realiza hoje, em Brasília, uma reunião com microbiologistas e infectologistas de todo o país para discutir as infecções hospitalares provocadas por bactérias resistentes a antibióticos. Será das 9h às 17h, na sede da Anvisa, no Setor de Indústria e Abastecimento.No encontro, os especialistas vão debater os recentes casos de infecção provocados pela Klebsiella pneumoniae carbapenemase (KPC), enzima que tem funcionado como novo mecanismo de resistência em algumas bactérias.
Em pauta, ainda, medidas de contenção e prevenção de novos casos, padronização de conceitos, diagnóstico, métodos de identificação dessas bactérias, seleção de laboratórios estaduais de referência e fluxos de notificação das infecções.
DF eleva número de mortes por superbactéria para 18
Mais três mortes pela superbactéria KPC foram confirmadas pela Secretaria da Saúde do Distrito Federal, fazendo o número de óbitos subir de 15 para 18. Por causa da superbactéria, houve crescimento da demanda por materiais descartáveis e de higiene, levando ao desabastecimento do estoque no DF.
Para fazer a reposição, o governo anunciou que gastará R$ 10 milhões em caráter emergencial. De janeiro até 15 de outubro foram registrados 183 casos de contaminação, das quais 46 tiveram infecção.
AGÊNCIA BRASIL
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Superbactéria já matou 18, em hospitais do país
Uso indiscriminado de antibióticos é apontado pelos médicos como a principal causa da infecçãoUma superbactéria que infecta pacientes nos hospitais e internados em Unidades de Terapia Intensiva (UTI) está espalhando medo no Distrito Federal e em São Paulo. Em SC, não há registros sobre a infecção.
Em Brasília, 135 pessoas estão infectadas com a bactéria. Na capital paulista, estima-se que 90 pessoas já foram contaminadas desde o início do ano. Pelo menos 18 pessoas morreram por causa da infecção, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O uso indiscriminado de antibióticos é a causa da infecção pela Klebsiella pneumoniae Carnapenemase (KPC), conforme especialistas. As autoridades de saúde alegam que a ingestão descontrolada dos medicamentos baixa a imunidade dos pacientes, o que facilita a contaminação pela superbactéria. A KPC é a mutação genética de uma bactéria que existe no corpo humano e que, em geral, é inofensiva. Ao sofrer a mutação, torna-se resistente à maioria dos antibióticos que deveriam destruí-la.
O primeiro caso foi no Recife em 2006. Depois, outros foram registrados no Distrito Federal, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Novos casos estão sendo investigados no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
O Ministério da Saúde alerta que a higiene é a forma mais eficaz de evitar a infecção. Recomenda-se lavar bem as mãos sempre que sair de um hospital, passar álcool e usar luvas e máscaras para evitar o contágio. Para conter o avanço da KPC em outras áreas do país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai editar novas regras que dificultarão a venda de antibióticos nas farmácias brasileiras.
Em Brasília, 135 pessoas estão infectadas com a bactéria. Na capital paulista, estima-se que 90 pessoas já foram contaminadas desde o início do ano. Pelo menos 18 pessoas morreram por causa da infecção, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
O uso indiscriminado de antibióticos é a causa da infecção pela Klebsiella pneumoniae Carnapenemase (KPC), conforme especialistas. As autoridades de saúde alegam que a ingestão descontrolada dos medicamentos baixa a imunidade dos pacientes, o que facilita a contaminação pela superbactéria. A KPC é a mutação genética de uma bactéria que existe no corpo humano e que, em geral, é inofensiva. Ao sofrer a mutação, torna-se resistente à maioria dos antibióticos que deveriam destruí-la.
O primeiro caso foi no Recife em 2006. Depois, outros foram registrados no Distrito Federal, Paraíba, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Rio Grande do Sul e Paraná. Novos casos estão sendo investigados no Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro.
O Ministério da Saúde alerta que a higiene é a forma mais eficaz de evitar a infecção. Recomenda-se lavar bem as mãos sempre que sair de um hospital, passar álcool e usar luvas e máscaras para evitar o contágio. Para conter o avanço da KPC em outras áreas do país, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) vai editar novas regras que dificultarão a venda de antibióticos nas farmácias brasileiras.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
Sobe para 135 número de casos com a superbactéria no Distrito Federal (Danuza Peixoto)
Lisiane Wandscheer
Da Agência Brasil
Em Brasília O número de casos suspeitos de contaminação pela bactéria Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC) no Distrito Federal subiu de 108 para 135. Desse total, 48 pacientes permanecem internados em 16 hospitais, dos quais nove são públicos e sete, privados. A informação é da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A bactéria KPC é um organismo resistente a antibióticos.
A Gerência de Investigação e Prevenção das Infecções da secretaria, responsável pelo levantamento da situação nos hospitais, confirmou 15 mortes relacionadas à infecção. Havia a suspeita de que 18 óbitos de pacientes hospitalizados tivessem sido provocados pela bactéria, mas a secretaria informou que três foram descartados.
No Hospital de Base de Brasília (HBB) há 23 casos de pacientes com a bactéria. As pessoas que desenvolveram a infecção são doentes graves da terapia intensiva, da neurocirurgia ou politraumatizados.
Segundo o diretor do HBB, Carlos Schmin, foi preciso fazer um remanejamento no hospital para dar maior segurança dos pacientes. “Estamos fazendo um esforço para controlar o contágio pela bactéria. Dividimos o hospital em quatro alas, uma para pessoas que tiveram contato com pacientes com a bactéria, outra para os pacientes com o quadro infeccioso, outra para os portadores e uma para as pessoas que chegam ao hospital”, disse.
Segundo o diretor, a superbactéria, que surgiu em 2000 nos Estados Unidos, é hoje uma preocupação mundial. De acordo com ele, o micro-organismo está presente tanto em hospitais públicos como privados, em vários estados brasileiros. “O Pronto-Socorro do Hospital de Base recebe diariamente de 6 mil a 7 mil pessoas, o que aumenta o risco. Temos reforçado o cuidado com a higienização e impedido o contato com pacientes suspeitos para evitar novos contágios”, afirmou.
Da Agência Brasil
Em Brasília O número de casos suspeitos de contaminação pela bactéria Klebsiella Pneumoniae Carbapenemase (KPC) no Distrito Federal subiu de 108 para 135. Desse total, 48 pacientes permanecem internados em 16 hospitais, dos quais nove são públicos e sete, privados. A informação é da Secretaria de Saúde do Distrito Federal. A bactéria KPC é um organismo resistente a antibióticos.
A Gerência de Investigação e Prevenção das Infecções da secretaria, responsável pelo levantamento da situação nos hospitais, confirmou 15 mortes relacionadas à infecção. Havia a suspeita de que 18 óbitos de pacientes hospitalizados tivessem sido provocados pela bactéria, mas a secretaria informou que três foram descartados.
No Hospital de Base de Brasília (HBB) há 23 casos de pacientes com a bactéria. As pessoas que desenvolveram a infecção são doentes graves da terapia intensiva, da neurocirurgia ou politraumatizados.
Segundo o diretor do HBB, Carlos Schmin, foi preciso fazer um remanejamento no hospital para dar maior segurança dos pacientes. “Estamos fazendo um esforço para controlar o contágio pela bactéria. Dividimos o hospital em quatro alas, uma para pessoas que tiveram contato com pacientes com a bactéria, outra para os pacientes com o quadro infeccioso, outra para os portadores e uma para as pessoas que chegam ao hospital”, disse.
Segundo o diretor, a superbactéria, que surgiu em 2000 nos Estados Unidos, é hoje uma preocupação mundial. De acordo com ele, o micro-organismo está presente tanto em hospitais públicos como privados, em vários estados brasileiros. “O Pronto-Socorro do Hospital de Base recebe diariamente de 6 mil a 7 mil pessoas, o que aumenta o risco. Temos reforçado o cuidado com a higienização e impedido o contato com pacientes suspeitos para evitar novos contágios”, afirmou.
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Hospitais serão obrigados a notificar Anvisa sobre casos de superbactérias
Lígia Formenti/BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo
Os hospitais serão obrigados a comunicar às autoridades sanitárias a ocorrência de infecção por superbactérias entre seus pacientes. A medida integra o Plano Nacional de Microagentes Multirresistentes, um projeto em elaboração desde o início do ano, mas que foi apressado diante do recente avanço no País da KPC, uma superbactéria resistente à maior parte dos antibióticos disponíveis no mercado.
CELSO JUNIOR/AE-8/10/2010
Alerta. Cartaz apresenta informações para pacientes sobre as precauções contra bactérias resistentes a antibióticos no Hospital Brasília, no Distrito Federal
Atualmente, os hospitais não são obrigados a comunicar à vigilância sanitária casos de bactérias multirresistentes. O episódio da KPC, por exemplo, reflete essa lacuna. A Anvisa foi notificada sobre surtos provocados pela superbactéria em hospitais do Distrito Federal. Mas os próprios integrantes da agência reconhecem que há vários outros casos no País.
Como revelou o Estado no sábado, só no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HC-USP) há pelo menos 70 registros de pacientes que apresentaram, desde 2008, a infecção. O Laboratório de Pesquisa de Resistência Bacteriana da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), já confirmou KPC em amostras vindas de João Pessoa, Recife, Vitória, Rio e Rio Grande do Sul.
"O problema é que muitos hospitais não têm condições de fazer o diagnóstico. São poucos os laboratórios de microbiologia que apresentam condições adequadas de funcionamento no País", afirma a coordenadora-chefe do Grupo de Controle de Infecção Hospitalar do HC, Ana Sara Levin. Levantamento feito pela agência em 2007 em 467 laboratórios revelou problemas graves, como falta de equipamento básico, pessoal capacitado para fazer controle de qualidade e segurança. Para autores do relatório, as graves deficiências fazem com que resultados dos exames, em muitos locais, não sejam confiáveis. "Temos centros de excelência no País, como o próprio HC, mas isso é exceção", afirma Ana Sara.
Plano. A chefe da Unidade de Investigação e Prevenção e Efeitos Adversos da Anvisa, Janaína Sallas, concorda que há muito o que melhorar na infraestrutura. "Mas o plano trará um diagnóstico das necessidades dos laboratórios. Com previsão para investimento nesta área", diz. Um estudo piloto foi feito a partir de 2004 em 145 hospitais de referência no País. Deficiências foram encontradas e, de acordo com Janaína, várias melhorias foram realizadas.
O problema será encontrar mecanismos para garantir a melhora de toda rede. São 1.144 hospitais que têm pelo menos 10 leitos de UTIs. "A meta será melhorar o fluxo de informação e trazer todas as condições para que laboratórios de referência tenham condições de atender adequadamente a demanda, que irá crescer", diz Janaína.
Preparado pela área técnica, o plano será apresentado para direção da Anvisa e para o Ministério da Saúde. Hospitais que não comunicarem às autoridades sanitárias serão punidos por lei.
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Brasil: um país gigante pela própria natureza
Parabéns Brasil!
Dilma assistindo ao jogo
Dilma assiste ao jogo do Brasil contra o Chile. Foto: Roberto Stuckert Filho
Hoje, a nossa Seleção foi show de bola contra o Chile. Deu gosto de ver, de sentir a energia do Brasil inteiro nessa torcida verde-amarela. Estamos chegando lá. É só manter esse ritmo que vamos conquistar o hexa. Esta é a certeza que nos move, de Norte a Sul do Brasil. Fica a nossa torcida, a nossa união e o tremendo orgulho de ser brasileiro.
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