quarta-feira, 23 de março de 2016


Dilma anuncia R$ 1,2 bilhão para pesquisa e combate ao Aedes aegypti

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Anitta participa de evento de prevenção ao HIV no Rio

Anitta participou de um evento no Rio nesta quinta-feira, 4, promovido pela prefeitura da cidade. A campanha, que tem como tema "Vamos dar um Bang no HIV", brincou com a letra de um dos hits da cantora para chamar atenção sobre a prevenção do HIV. O evento também tem como um dos focos alertar e distribuir material informativo sobre o Zika vírus, a Dengue e a Chikungunya.
A cantora foi escolhida para a campanha por conta de seu grande sucesso com o público jovem. Feliz por representar a causa, a Anitta se mostrou confiante sobre a ação. "Meu público é formado por jovens que gostam muito de se divertir, são impulsivos, bebem... E é justamente por isso, que nessa época do ano as pessoas pegam o vírus do HIV. Então, acho incrível poder usar a minha música, minha voz, meu clipe para fazer todas as pessoas acreditarem nisso", opinou ela.
A campanha também alerta para os estereotipados "grupos de risco". De acordo com o material de divulgação da ação, a ideia de que o HIV infecta mais homossexuais que heterossexuais é equivocada. "Preocupa-nos demais o constante aumento de infecção na mesma faixa etária independentemente de orientação sexual ou identidade de gênero”, explicou Carlos Tufvesson, coordenador especial da Diversidade Sexual, pasta da Prefeitura do Rio que tem como objetivo combater a discriminação.

domingo, 31 de janeiro de 2016

Dilma e Obama acertam criar grupo por vacina contra zika

Publicado Sábado, 30 de Janeiro de 2016, às 20:23 | Fonte MSN             0
          
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 A presidenta brasileira Dilma Rousseff e o mandatário dos Estados Unidos, Barack Obama, acordaram a criação de um grupo binacional para estudar e desenvolver uma vacina contra o zika vírus, doença apontada como a responsável pelo aumento dos casos de microcefalia no Brasil. O acordo foi feito em um telefonema de Rousseff para Obama nesta sexta-feira. Nos próximos dias, o ministro da Saúde, Marcelo Castro, se reunirá com representantes do Departamento de Saúde norte-americano.



Dilma Rousseff fala com a imprensa nesta sexta.

Na quinta-feira,o diretor do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos, Anthony Fauci, revelou que o país já está trabalhando em dois projetos de vacina contra o zika. No entanto, segundo ele, apesar dos estudos “promissores” e do fato de que os primeiros testes poderão ser feitos antes do fim de 2016, não é provável que a vacina chegue à população nos próximos anos. Castro também já afirmou que o processo levará, no mínimo, dois anos. Até o momento, no território continental dos Estados Unidos, foram confirmados 31 casos de zika vírus, registrados em 11 Estados e na capital. Todos os doentes foram infectados em viagem ao exterior.

O grupo binacional acordado por Rousseff e Obama terá como base uma parceria já existente de cooperação para a vacina da dengue, formada pelo brasileiro Instituto Butantan e o norte-americano National Institutes of Health. Nenhum detalhe sobre datas foi fornecido, até o momento, pelo Governo brasileiro.

A vacina é apontada como uma das principais necessidades, neste momento, no combate à doença. O vírus é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti, amplamente disseminado nas Américas. Mas o desenvolvimento dela impõe um grande desafio, pois ainda não se tem certeza de que o zika apresenta apenas um sorotipo, ao contrário da dengue (que tem 4), nem qual a capacidade de o vírus sofrer mutações, o que tornaria a imunização inviável a cada nova epidemia. Para a dengue, que já existe há décadas, só se conseguiu desenvolver uma vacina no ano passado, ainda assim, ela não é totalmente eficaz.



Guerra difícil



Rousseff afirmou nesta sexta-feira que o país está perdendo a luta contra o mosquito Aedes aegypti, que transmite além do zika, a dengue e a febre chikungunya.

"Nós estamos perdendo a luta contra o mosquito. Não vou dizer que estamos ganhando, mas nós vamos ganhar esta guerra", disse a mandatária à imprensa, após participar de uma conferência com governadores de Estados onde a situação de contágio das doenças é mais crítica. A declaração foi feita ao lado do ministro da Saúde, Marcelo Castro, que desde outubro tem causado mal-estar no Governo ao fazer declarações como a de que o país perdia "feio" na tentativa de conter oAedes aegypti. Depois da fala de Castro, Dilma chegou a dizer que o ministro, que ganhou a pasta em outubro passado, depois de uma reforma ministerial feita para agradar os aliados conservadores do PMDB, havia sido “mal interpretado”. Nesta sexta, no entanto, voltou atrás: "Por que criar um problema com a constatação da realidade? Dizer que estamos perdendo é porque nós queremos ganhar. Estamos dizendo que se não nos mobilizarmos, vamos perder ", disse.

A presidenta voltou a chamar a atenção da população para a necessidade de uma mobilização de combate contra o Aedes. O ministério afirma que 80% dos focos de criadouro do mosquito estão dentro das casas das pessoas. Dilma Rousseff disse que o país não demorou a enfrentar o problema e que podemos estar diante de uma “situação internacional de saúde pública”. À imprensa, ela ressaltou que não faltará dinheiro para as iniciativas de combate ao mosquito. Homens das Forças Armadas já estão atuando junto a municípios onde a situação é mais crítica.

Combate tardio

Para especialistas, entretanto, o Governo demorou para agir contra o problema. Quando o zika foi confirmado no país, em maio de 2015, já se sabia, por meio de estudos feitos em outros países da Ásia que tiveram a epidemia, que ele tinha uma preferência pelo sistema nervoso e poderia estar associado à Síndrome de Guillain-Barré, uma doença autoimune que causa fraqueza muscular e pode provocar, em casos mais graves, paralisia na respiração. Em julho de 2015, na Bahia, Estado que entre abril e maio daquele mesmo ano registrou epidemia de zika, surgiram 115 casos suspeitos da síndrome.

O aumento de casos de microcefalia, outra intercorrência grave do zika, começaram a aparecer no final de outubro e já havia a suspeita de que a condição poderia estar ligada com o zika. O último boletim do Ministério da Saúde apontou que 3.448 casos suspeitos de microcefalia estão sendo investigados pelo país.

sábado, 30 de janeiro de 2016

O INHAME e a DENGUE

(encontra-se no site www.correcotia.com/inhame )(transcrito abaixo).


DENGUE

Infecção virótica que faz doer o corpo inteiro, especialmente nas aticulações, e dá muita febre; deixa a pessoa fora de combate por algum tempo mas raramente mata. É transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e A.
albopictus, que se infectam sugando sangue de algum humano ou macaco infectado nos três primeiros dias da febre. Depois de 8 a 11 dias de incubação, o mosquito começa a transmitir vírus infectantes a humanos no almoço e macacos no jantar - eles saem nas minúsculas gotinhas de saliva que o mosquito usa como anticoagulante durante a picada. Atualmente se diz que há quatro variedades de dengue; quem teve uma pode ter as outras três.

O TRATAMENTO MÉDICO é paliativo - descanso, muita água, banhos mornos, compressas de batata crua ou tofu na cabeça para puxar o calor.

O TRATAMENTO NATURAL é comer inhame. Comer inhame em vez de batata, duas ou
três vezes por semana, previne contra dengue. Em situações de epidemia, comer um inhame por dia é mais que bastante - em sopa, purê, ensopadinho, pastinha com alho ou qualquer das outras receitas que você encontra em www.correcotia.com/inhame .

O INHAME LIMPA O SANGUE

É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.

FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO

Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico.
Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios...

EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA

A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.

É MAIS PODEROSO QUE A BATATA

E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada.
Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames. Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.

O MEDICINAL É O PEQUENO, CABELUDO

Marronzinho por fora, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).

A FOLHA PARECE COM A TAIOBA

É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pica muito, como a taioba.

OS OUTROS NOMES DO INHAME

Em latim, infelizmente, é colocasia esculenta. Na África e na América do Norte se chama taro , na América Central é ñame ou otoe, na França é igname, na Índia albi, no Japão sato-imo, no Caribe malanga ou yautia. E cará, em inglês, é yam.

CRU

Salada de inhame

Rale e tempere com sal marinho e limão ou com molho de soja. É muito forte.
Um leproso que se escondeu no mato e só tinha inhame cru para comer ficou inteiramente curado depois de alguns meses. (Se der coceira nas mãos na hora de descascar, passe um pouco de óleo ou lave com água bem salgada.)

Vitamina com inhame

Ponha no liquidificador um inhame, uma cenoura, alguns ramos de salsa (ou outra folhinha verde, como coentro ou hortelã) e o suco de duas laranjas, com mais água se desejar. Tudo cru. Dá para dois copos.

Cozido no vapor

Ponha alguns inhames com casca e tudo na parte superior da cuscuzeira, ou numa peneira sobre uma panela com água fervendo, e tampe. Depois de meia hora espete com o garfo para ver se estão macios. Nessa altura a casca solta com muita facilidade, basta puxar que sai inteirinha. É aí que o inhame tem o sabor mais simples e gostoso.

Purê de inhame

Depois de cozinhar os inhames no vapor ou na água, solte a casca e amasse com um garfo; junte um pouquinho de manteiga e de sal marinho, ou molho de soja, e misture bem. Só precisa ir ao fogo de novo se for para esquentar.

Pastinhas de inhame

São ótimas para passar no pão e substituem muito bem as pastas de queijo nas festas. A base é um purê de inhames cozidos e assados, ao qual se acrescentam azeite ou manteiga, folhas verdes picadinhas (salsinha, manjericão, coentro, cebolinha) ou orégano; uma beterraba cozida e batida no liquidificador com inhame e um tantinho de água vai produzir uma pasta rosada; inhame batido com azeite, alho, água e sal faz uma delícia de molho tipo maionese. Use a criatividade e ofereça aos amigos uma coisa nova de cada vez!

Inhame sauté

Depois de cozidos e descascados, corte os inhames em rodelas ou pedaços; esquente manteiga ou azeite numa frigideira; ponha os inhames, e sobre eles bastante folhas verdes picadinhas (salsa ou cebolinha ou manjericão ou coentro ou orégano ou...); umas pitadinhas de sal marinho; mexa rapidamente, baixe o fogo e deixe grudar um pouquinho no fundo para ficar crocante.

Inhame frito

É muito mais gostoso do que batata. Faça exatamente como faz com ela: corte em rodelas finas ou palitos, frite em óleo bem quente e deixe escorrer sobre um papel que absorva a gordura.

Pizza de frigideira

Rale inhames crus, misture com farinha de arroz ou de milho, tempere a gosto; achate a massa numa frigideira antiaderente e deixe assar dez minutos de um lado, dez do outro. Com alguma prática dá para fazer isso numa chapa bem quente, levemente untada. O ponto da massa não deve ser nem seco nem aguado.

Nhoque de inhame

Faça exatamente como faz inhoque de batata: cozinhe os inhames, descasque, amasse com farinha de trigo e uma pitada de sal marinho até a massa ficar com a consistência do lóbulo da orelha. Enrole em cordões, corte, ponha para cozinhar de pouco em pouco numa panela com água fervendo. Quando os inhoques subirem é que estarão cozidos. Se puder, substitua parte da farinha de trigo comum por outra que seja integral. E o molho? Ao gosto do freguês...

Engrossando o caldo

Cozinhe um ou dois inhames junto com o feijão, que eles desmancham e o caldo fica bem grosso.

Bolinhos de inhame

Cozinhe, descasque e amasse ligeiramente os inhames com um pouco de cebola ralada, cebolinha verde picadinha ou alho-porró em fatias fininhas, umas pitadas de cominho e outras de sal; junte farinha de trigo para dar liga, pincele com gema de ovo e asse no forno até a superfície secar. Ou frite.

Forminhas de inhame

Descasque e rale os inhames crus na parte mais fina do ralador, para obter uma papa líquida. Junte fubá de milho ou farinha de arroz integral (que se faz tostando o arroz e batendo aos pouquinhos no liquidificador) até conseguir uma consistência boa, mas ainda úmida.
Tempere a seu gosto: com sementes de cominho ou de erva-doce, umas pitadinhas de sal, talvez um queijo ralado ou uma azeitona. Unte forminhas, encha com a massa e ponha em forno bem quente durante cinqüenta minutos.

Pizza de sardinha

Cozinhe, descasque e amasse os inhames; unte um tabuleiro, achate com as mãos bocados do inhame amassado e vá cobrindo com eles o fundo e os lados do tabuleiro. Asse quinze minutos em forno alto. Numa panela, refogue bastante cebola e ponha por cima sardinhas frescas pequenas, abertas, sem espinha, temperadas com alho socado, sal e limão. Deixe cozinhar com tampa por quinze minutos. Tire a massa do forno, despeje o recheio, enfeite com rodelas de tomate ou de pimentão, pique bastante cheiro-verde e espalhe por cima. Leve novamente ao forno por mais dez minutos. Como variação desta receita, você pode não assar a massa antes de colocar o recheio; pode também reservar parte da massa para tampar a pizza, que aí vira um pastelão.

Bolo salgado de inhame

Deixe de molho duas xícaras de triguilho durante duas ou três horas e esprema; junte a duas xícaras de inhame cozido e duas de farinha de arroz.
À parte, refogue alguns legumes com um pouco de tempero, mas não deixe cozinhar. Tire do fogo e misture à massa. Ponha numa fôrma untada, espalhe queijo ralado por cima e leve ao forno alto por quinze minutos; aí ponha a chama em ponto médio e deixe mais quinze minutos. Cheirou, está pronto.
Acrescente ovos cozidos se quiser um prato mais forte.

Torta de inhame em camadas

Cozinhe, descasque e amasse os inhames; cozinhe e amasse a terça parte de abóbora; refogue uma verdura picadinha tipo espinafre, acelga, agrião, chicória, folhas de nabo ou de cenoura, etc. Unte um pirex com manteiga, ponha uma camada de inhame e sobre ela uma de abóbora; outra de inhame e sobre ela a verdura refogada; mais uma de inhame. Pincele ou não com ovo, enfeite com rodelas de cebola, leve ao forno para secar durante 20 minutos.

Sopa de inhame com misso

O misso, que é desintoxicante, é um alimento tradicional japonês muito usado como tempero, feito de soja fermentada com cereais e sal. Vem em forma de pasta. É muito rico em enzimas, proteínas e vitamina B12, devido ao seu processo de fermentação. Limpa o pulmão dos fumantes, restaura a flora intestinal, e acima de tudo dá um gosto todo especial à sopa.
Portanto cozinhe os inhames descascados com o mesmo tanto de água, uma ou duas folhinhas de louro e alguns dentes de alho inteiros; depois bata no liquidificador para obter um creme fino. Acrescente o misso, na base de uma colher de chá cheia por pessoa, ou dissolva com um pouco d'água numa tigelinha e deixe que cada um se sirva como quiser. (Algumas pessoas vão preferir sal.) Cebolinha verde picada, por cima, combina muito.

Creme de inhame com agrião

Faça como na receita anterior; depois de bater no liquidificador devolva ao fogo, ponha sal se for o caso, espere ferver e junte um bom punhado de agrião cru, lavado e cortado. Deixe cozinhar um minuto, apague o fogo e sirva. Com misso, se não tiver posto sal.


Torta doce de inhame com abacaxi

Cozinhe os inhames, descasque, amasse e forre com essa massa uma assadeira untada; espalhe por cima uma compota de abacaxi feita com sementinhas de erva-doce e cravo-da-índia, quase sem água, pois o abacaxi solta caldo.
Leve ao forno quente durante meia hora. Substitua por outra compota, se desejar.

Bolo doce de inhame

Misture duas xícaras de inhame cozido com duas de aveia em flocos e duas de farinha de arroz integral (toste o arroz, bata no liquidificador em pequenas porções); meio litro de suco de laranja (ou outro líquido doce, como chá de estévia, ou leite de coco adoçado com melado); uma colher de sopa de manteiga, se quiser; umas pitadas de noz-moscada e canela em pó; frutas secas e castanhas picadas, ou banana madura em rodelas. A consistência da massa deve ser pastosa, nem aguada nem dura. Unte uma fôrma e leve ao forno quente durante meia hora, mais ou menos, mantendo a chama alta durante quinze minutos e baixando então para um ponto médio. Você sabe que o bolo está no ponto quando cheira. A partir
daí ele vai secando, equanto mais tempo ficar no calor, mais firme será sua consistência. Se quiser umbolo mais fofo, junte uma colherinha de café de bicarbonato de sódio dissolvida em suco de laranja no final do preparo da massa. Esse bolo dá um ótimo panetone quando leva frutas cristalizadas e é assado em fôrma alta.

Biscoitos de inhame

A massa é a mesma do bolo. Unte um tabuleiro e despeje com a colher pequenas porções. Asse em forno alto até chegar ao ponto desejado. Como todo biscoito que leva aveia, este também só endurece depois que esfria.

Mousse de inhame com ameixa

Ponha no liquidificador uma parte de inhames cozidos com uma parte de ameixas-pretas, sem caroço, cozidas com canela; aproveite a calda para bater a massa. Repita a receita usando maçãs ou bananas em compota em vez de ameixas. Para fazer a compota, não é necessário adoçar, pois essas frutas játêm bastante açúcar natural. Basta que estejam bem maduras.
Leva-se ao fogo baixo, em panela tampada, com uma pitadinha de sal e só um dedinho de água. Quanto mais cozinharem, mais doces ficam.


quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Paciente suspeito de ebola apresenta bom estado geral de saúde, diz Fiocruz

Publicação: 2015-11-12 18:28:00 | Comentários: 0
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O paciente com quadro suspeito de ebola fez exames laboratoriais de rotina após ser transferido para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas da Fundação Oswaldo Cruz (INI/Fiocruz), em Manguinhos, na zona norte do Rio. Segundo a Fiocruz, os resultados “não apresentaram importância médica” e o homem chegou ao instituto, em bom estado geral, sem febre, lúcido e cooperativo, mas estava desidratado e se queixou de dor de cabeça e falta de apetite.

A Fiocruz informou ainda que assim que chegou ao INI, no começo desta madrugada, foi coletado material do paciente para o teste especifico para ebola, que foi encaminhado para o laboratório de referência, do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). “O paciente continuou recebendo o tratamento profilático para malária e hidratação intravenosa. Permaneceu afebril durante a noite e apresentou um episódio de diarreia no início da manhã”, diz o boletim divulgado hoje (12) pela Fiocruz.

No final da manhã, depois de nova avaliação, foi constatado que o homem permanece sem febre, mas já aceitava alimentação. “O paciente está calmo. Foi informado da suspeita diagnóstica e está ciente da necessidade de isolamento”.

O Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas é referência nacional para casos de ebola e segue o protocolo de segurança. O paciente, que é brasileiro e tem 46 anos, foi levado em uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o hospital. Ele desembarcou na Base Aérea do Galeão, na Olha do Governador, zona norte do Rio, procedente de Belo Horizonte em um avião da Força Aérea Brasileira.

Na terça-feira (10), depois de ser atendido na Unidade de Pronto-Atendimento da Pampulha, em Belo Horizonte, onde relatou febre alta e dores muscular e de cabeça, foi identificado como suspeito de infecção pelo ebola e encaminhado para o Hospital Eduardo de Menezes, referência em infectologia. O homem chegou ao Brasil, vindo da Guiné, na sexta-feira (6) e dois dias depois começou a apresentar os sintomas.

De acordo com a Fiocruz, se o resultado do primeiro teste, que será divulgado após 24 horas, for negativo, um novo exame será feito e o resultado, novamente, será divulgado após mais um período de 24 horas. Segundo o Ministério da Saúde, o nome do paciente não foi divulgado para preservar a sua privacidade e os direitos legais. "As autoridades sanitárias reforçam que o nome deve ser preservado".

Agência Brasil

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Brasileiro com caso suspeito de ebola em BH vai ser transferido para Rio

Paciente de 46 anos está isolado desde a noite desta terça-feira (10).
Ele chegou no Brasil na sexta (6); sintomas teriam começado no domingo.

Do G1, em São Paulo
Marcelo Castro, ministro da Saúde (Gnews) (Foto: Reprodução GloboNews) 
Marcelo Castro, ministro da Saúde, fala sobre suspeita de 
ebola em BH (Foto: Reprodução GloboNews)

O brasileiro vindo da Guiné que está com um caso suspeito de ebola em Belo Horizonte vai ser transferido para o Rio de Janeiro em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB), afirmou na tarde desta quarta-feira (11) o ministro da Saúde, Marcelo Costa e Castro. O homem chegou ao Brasil vindo da Guiné na última sexta-feira (6). No domingo (8), ele apresentou sintomas como febre alta, dor muscular e dor de cabeça.
Ainda nesta quarta, o paciente deve passar pelo primeiro exame de confirmação ou não da doença. "O resultado deve sair em 24 horas. Até lá, o paciente seguirá isolado", afirmou Castro.
O ministério informou que o paciente está estável e não apresenta quadro de gravidade. Ele se enquadrou na definição de caso – ainda não confirmado – apenas por apresentar febre e por ter vindo de um país com transmissão de ebola.
Segundo o ministro, o homem foi atendido às 20h desta terça (10) na Unidade de Pronto-Atendimento (UPA) Pampulha e, assim que a consulta indicou que os sintomas possam ser compatíveis com a doença, a equipe de atendimento deu início ao protocolo nacional definido para os casos suspeitos de ebola.
"Seguindo o protocolo, a secretaria municipal notificou a Secretaria Estadual de Saúde, que notificou o Ministério da Saúde", explicou Castro. Nesta quarta, o governo federal já informou o caso suspeito à Organização Panamericana de Saúde.
Isolamento
Desde a adoção do protocolo, a UPA da Pampulha foi "isolada e não está recebendo pacientes". Os pacientes que procuram o local estão sendo encaminhados para outros centros de saúde.

O paciente e os funcionários que trabalhavam na unidade estão em quarentena. O paciente foi levado ao Hospital Eduardo de Menezes às 12h desta quarta..
O governo informou apenas a nacionalidade e a idade do paciente. Em nota, o Ministério da Saúde afirmou que, para preservar sua privacidade e direitos legais, "o nome do paciente deve ser preservado e não deve ser divulgado pela imprensa e demais mídias".
Transferência
Na tarde desta quarta, uma equipe de Brasília voou até Minas Gerais para levar o paciente para o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, no Rio de Janeiro, onde a Fiocruz fará um exame de sangue para verificar se trata-se de um caso de ebola. "É importante tranquilizar a população", disse o ministro, que lembrou que a doença só é transmitida por meio de contato com os fluidos corporais do paciente.

"Assim que tivermos o resultado do primeiro exame, iremos fazer nova comunicação para a imprensa com os próximos passos que serão adotados, em caso de resultado positivo e negativo", afirmou o ministro.
O ministério reiterou que "o ebola só é transmitido através do contato com o sangue, tecidos ou fluidos corporais de indivíduos doentes", e que "o vírus somente é transmitido quando surgem os sintomas".
Novos casos de ebola na Guiné
Segundo a OMS, dois novos casos de ebola foram confirmados no dia 16 de outubro na Guiné, depois de duas semanas sem registros de novos pacientes.

Geralmente se considera que uma epidemia de Ebola está encerrada quando uma localidade passa 42 dias sem nenhum caso da doença. Os dois outros países mais afetados pelo surto foram a Libéria, que foi declarada livre da transmissão em 3 de setembro, e Serra Leoa, que no último sábado (7) recebeu a mesma declaração.

Paciente está isolado em quarentena, assim como os funcionários da UPA.  (Foto: Fernanda Carvalho/Estadão Conteúdo) 
Paciente com suspeita de ebola está isolado em quarentena, 
assim como os funcionários da UPA em BH (Foto: Fernanda
 Carvalho/Estadão Conteúdo)

terça-feira, 28 de julho de 2015

Vacinas defeituosas podem fortalecer vírus, diz estudo

Vacinas defeituosas ou "permeáveis" poderiam gerar vírus ainda mais poderosos - é o que mostra um estudo realizado em aves que levanta preocupações sobre o desenvolvimento de algumas vacinas em seres humanos.

Quando uma vacina funciona como deve, como a da varíola, da pólio e do sarampo, protege os vacinados e também previne a transmissão do vírus.

No entanto, este novo estudo publicado na revista PLoS Biology, percebeu que as vacinas imperfeitas protegem as aves, mas também permitem que o vírus sobreviva de forma ainda mais prejudicial.

"Nossa pesquisa mostra que o uso de vacinas 'permeáveis' podem promover a evolução das variações mais 'quentes', mais desagradáveis do vírus, o que coloca os indivíduos não vacinados num elevado nível de risco", explicou um dos autores, Venugopal Nair, do Instituto de Pirbright, no Reino Unido.

"Estas vacinas permitem que os vírus virulentos continuem a evoluir", acrescentou.

Os pesquisadores afirmaram que a vacina foi diretamente responsável por aumentar a resistência do vírus. O processo, segundo eles, não é tão claro como a evolução dos germes que desenvolvem resistência aos antibióticos.

No entanto, o estudo mostra uma clara correlação entre a vacina e o desenvolvimento de variações do vírus da doença de Marek, que pode passar de ser apenas prejudicial para mortal em alguns tipos de bovinos.

Não há dúvida sobre a eficácia da vacina humana usada atualmente, mas esses resultados levantam muitas questões sobre o desenvolvimento de futuras vacinas, disseram os cientistas.

"Agora a preocupação é com a próxima geração de vacinas", explicou o co-autor Andrew Read, da Penn State University, na Pensilvânia, Estados Unidos.

"Nós não queremos que doenças mortais como o Ebola evoluam, e nossa pesquisa mostrou que isso poderia ocorrer no caso de vacinas imperfeitas ou 'permeáveis'".

"É importante não interpretar este estudo como um argumento contra a vacinação de crianças contra a gripe ou outras doenças", estimou Peter Openshaw, do Imperial College London.